Disfunção erétil: Saiba tudo sobre o tema

A sexualidade tem recebido muita atenção nos últimos tempos e não é apenas nas redes sociais, mas também em pesquisas e artigos científicos que buscam descobrir como tratar a disfunção erétil.

Os estudos sobre o sexo e o comportamento nessa área começou a aumentar em meados de 1950 e continuou a crescer ainda mais após a criação das pílulas anticoncepcionais e da revolução sexual que ocorreu em todo o ocidente entre 1960 e 1970.

A liberação de métodos contraceptivos via oral e o tratamento para impotência sexual fez com que mais especialistas se interessassem por tais questões.

O que é disfunção erétil?

A impotência sexual é caracterizada pela ereção fraca, incapaz de fornecer a satisfação e é um dos problemas mais comuns. Aliás, esse problema é diferente da ejaculação precoce.

Algumas pesquisas mostram que mais de 50% dos homens entre 40 e 70 anos sofre com a disfunção erétil em diferentes graus, além de associar tal disfunção sexual a outras doenças.

Uma vez que os tabus e as limitações que da própria cultura, o complexo da sexualidade humana e a não aceitação da disfunção erétil como algo natural com o passar dos anos pode ser um dos diversos motivos que levam esses homens a nunca procurar ajuda médica. O número da procura por especialistas tem aumentado, mas deveria ser maior.

Portanto procurar um médico não deve ser feito apenas com o objetivo de melhorar a vida sexual e aumentar a libido uma vez que a disfunção erétil pode ser o único sintoma de certas doenças.

Cada vez mais pesquisas científicas têm reforçado que tal disfunção masculina é capaz de prever a Doença Arterial Coronariana (DAC). Em outras palavras, homens que sofrem com problemas de ereção têm grandes chances de sofrer de DAC, doença que pode vir a causar um infarto ou isquemia cardíaca.

Causas da disfunção erétil

A causa desse problema tem diversas origens, mas pode ser ligado à diabetes, hipertensão, cigarros e também ao sobrepeso uma vez que a impotência sexual pode estar ligada ao uso de medicamentos, depressão e ansiedade.

Outro importante tópico a ser citado é a Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), também chamada de “andropausa”.

Ademais, nos homens os testículos diminuem a produção do hormônio sexual, a testosterona, o que pode causar a baixa libido e a dificuldade em ter ou manter ereções, além de trazer consigo outros problemas como a osteoporose, distúrbios mentais e menos resistência muscular.

Apesar de diminuir a qualidade de vida no homem, o baixo desempenho sexual tem tratamento. Através da avaliação médica e do tratamento certo, é possível encontrar a causa do problema e melhorar a vida sexual e a saúde.